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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Como é possível que não vejas em tudo isto a mão invísivel do Destino?!?!

Destino traçado...


Quis o destino que nos cruzássemos ontem, foragidos à bófia, pelas ruelas que circundam o parlamento. E pedalar contigo ontem, plos destroços, focos de conflito e barricadas improvisadas foi algo de muito especial. Muito especial mesmo!

terça-feira, 13 de novembro de 2012

2000 visitas... trocava tudo por um só dos teus linguados

yoga e muita bina

Teres seguido à letra e literalmente a minha sugestão de me bloqueares no facebook foi das maiores provas de amor que já recebi! Agora posso entrar em Zen: bina & yoga são muito melhores que terapia & comprimidos.

domingo, 11 de novembro de 2012


Fui dar uma volta com outra miúda :P
Em tempos, tive a oportunidade de dizer-te que, tendo-me tu já partido o coração duas vezes, ainda haverias de parti-lo uma terceira se tudo corresse bem.... devo portanto concluir que tudo está a correr como o planeado.

sábado, 10 de novembro de 2012

Saltar a tampa...

Podes crer que fiquei bem piurso!

Pôr-me a jeito para levar não uma, não duas, mas três tampas da mesmíssima miúda na mesmíssima semana... bem!

Foi realmente demais para a minha compreensão: não percebi, de todo, do que te lembraste tu... quando me escreveste que lembravas.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

A última foto publicada foi uma chunguice completa.
Peço-te desculpa: fugiu-me a nota, como no samba do desafinado.

domingo, 4 de novembro de 2012

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Lembras-te?

Guardei o canhoto no bolso... mas a ti guardei-te no coração.

Isto passou-se há meses, os meses passaram, mas isto não me passou.

sábado, 27 de outubro de 2012

Menti-te!

Estavas linda e provavelmente posta em sossego. Estarias talvez a umas boas e enérgicas 20 pedalas... mas preferi manter as distâncias na massa crítica.

Não foi por pudor ... mas bolas! Que palavras poderia ter-te dito ontem que não as tivesse já expresso, directamente ao teu coração, naquelas noites de estio em que iluminados plo candeeiro do teu prédio, me despedia de ti?

Que fica por dizer quando me exponho todo, nas linhas deste blog, sem sequer um sinal teu com que me possa coser? ...Talvez... Talvez isso mesmo: que me exponho todo. Porque te menti, sabes?

Menti-te quando, na véspera de tornar público este projecto, te escrevi explicando que o fazia para divulgar e dar a ler ao mundo os maus versos que de quando em vez rabisco.

Menti-te! E fi-lo porque isto não é nenhuma experiência literária, mas uma manifestação de amor: patética, ingénua e desesperada como qualquer genuína manifestação de amor.

E se toda a gente me aconselha a pedalar em frente... sabes tu que mais? Pois fica sabendo que estou-me nas tintas para aquilo que possa o mundo julgar! Mesmo não correspondido, eu quero viver esta história: a história de amor dum anarco-ciclista que um dia conheceu a rapariga da bicicleta vermelha e por ela se apaixonou fatalmente.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Olhos de Gioconda foi o primeiro poema que te escrevi. Pra mim continua a ser o mais bonito deles todos. Lembro-me de querer escrever sobre os teus olhos e de me forçar a escrever sobre eles: sobre os teus olhos de Gioconda. Os versos ficaram lindos e ficaram mesmo os teus olhos