Sempre me fascinou a subtil linguagem que emanas por sinais e códigos discretos, como se fosse intrínseco e inevitável em ti comunicares simbolicamente por pequenos nadas, velados gestos e meias-palavras. Por isso mesmo, já vai sendo tempo de tirares os pensos-rápidos à bicicleta.
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sábado, 23 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Nunca te fiz uma espera...
Alguns amigos iam-me dizendo para ir ter contigo, para te dizer olhos nos olhos tudo aquilo que os olhos teus foram lendo por aqui - como se os meus olhos já não to tivessem dito... ou como se as palavras que em tempos foram efectivamente ditas, não as tivesses tu já escutado!
Sei onde moras, onde trabalhas, que caminho tomas e até as horas em que pedalas tu por ele. E todavia... nunca te fiz uma espera. Preferi esperar-te neste blog: dia após dia após dia numa crença tal que, como naquele filme, quisesses tu (numa noite feliz) assomar à janela.
Passaram-se meses e eu sem nada saber de ti, mas embora o desejo muitas vezes me espicaçasse, nunca te cheguei a fazer uma espera: escrevi-te. Escrevi-te na ilusão de te comover e de ser capaz de descobrir a gazua que me abrisse o teu coração... que me abrisses o teu coração.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
para a Rapariga da biciclete vermelha...
Não sou um exímio instrumentista como tu... mas esta foi a minha forma de te dar música: criando, de raiz, um conto que cantasse (metaforicamente) o meu extremado amor por ti - por ti morena que me sobressaltaste como ninguém.
Para salvaguarda tua e da tua reputação, quero aqui deixar claro que nunca te vi beber uma bebida destilada que fosse - quanto mais uma pérfida e pouco recomendável Macieira! Outro qualquer ter-te-ia oferecido um ursinho de peluche... eu oferto-te o que de melhor sei fazer: maus versos.
Escrever (novamente) que te amo há-de parecer um truismo!
Prefiro pois deixar tudo em aberto!
Dás-me tu uma chance?
Post Scritpum: o conto deve ser lido da primeira para a última postagem na etiqueta
"1 amor em 2 rodas"
Para salvaguarda tua e da tua reputação, quero aqui deixar claro que nunca te vi beber uma bebida destilada que fosse - quanto mais uma pérfida e pouco recomendável Macieira! Outro qualquer ter-te-ia oferecido um ursinho de peluche... eu oferto-te o que de melhor sei fazer: maus versos.
Escrever (novamente) que te amo há-de parecer um truismo!
Prefiro pois deixar tudo em aberto!
Dás-me tu uma chance?
Post Scritpum: o conto deve ser lido da primeira para a última postagem na etiqueta
"1 amor em 2 rodas"
domingo, 27 de janeiro de 2013
sábado, 26 de janeiro de 2013
Diálogos platónicos
- “És a única morena capaz de me sobressaltar.”
- “e o Ego?”
- “Que me interessa o Ego? Tens a Lua em Escorpião e hás-de ganhar sempre. E se achas que tudo se precipitou por uma questão de despeito... achas verdadeiramente mal.”
- “Ia jurar que li alguma desistência por aqui...”
- “Estive quase, sabes? Julguei-me a certa altura envolvido numa lousy soap opera... Lembras-te? O danada que ficaste...! E o danado que fiquei eu!!! Mas nunca conheci ninguém como tu. Ninguém. Até o horóscopo o previa: opostos e complementares”.
- “e o Ego?”
- “Que me interessa o Ego? Tens a Lua em Escorpião e hás-de ganhar sempre. E se achas que tudo se precipitou por uma questão de despeito... achas verdadeiramente mal.”
- “Ia jurar que li alguma desistência por aqui...”
- “Estive quase, sabes? Julguei-me a certa altura envolvido numa lousy soap opera... Lembras-te? O danada que ficaste...! E o danado que fiquei eu!!! Mas nunca conheci ninguém como tu. Ninguém. Até o horóscopo o previa: opostos e complementares”.
domingo, 20 de janeiro de 2013
E agora vou retomar o fio à meada da nossa estória.
Para quem acaba de chegar, explico:
"Um amor em duas rodas" é a representação alegórica da linda mas trágica história de amor entre um poeta de maus versos e a rapariga da biciclete vermelha. Está a ser narrada em capítulos pelo que, na respectiva "etiqueta" - 1 amor em 2 rodas - deve ser lida do cronologicamente primeiro post para o último publicado.
Para ti que me lês, diva adorada... espero que seja capaz de te soltar uma boa gargalhada - de preferência não sarcástica
Para quem acaba de chegar, explico:
"Um amor em duas rodas" é a representação alegórica da linda mas trágica história de amor entre um poeta de maus versos e a rapariga da biciclete vermelha. Está a ser narrada em capítulos pelo que, na respectiva "etiqueta" - 1 amor em 2 rodas - deve ser lida do cronologicamente primeiro post para o último publicado.
Para ti que me lês, diva adorada... espero que seja capaz de te soltar uma boa gargalhada - de preferência não sarcástica
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Tudo o que queria era oferecer-te uma coisa bonita...e a coisa bonita é esta.
Sei que toda a poesia deste blog não te fará justiça, porque consagrada já toda a poesia do mundo está nos teus olhos visionários de fadada.
Bem sabes que nem tudo o que aqui escrevo deve ser levado à letra... mas crê-me: é absolutamente literal todo o amor que nele é percepcionado.
Sei que toda a poesia deste blog não te fará justiça, porque consagrada já toda a poesia do mundo está nos teus olhos visionários de fadada.
Bem sabes que nem tudo o que aqui escrevo deve ser levado à letra... mas crê-me: é absolutamente literal todo o amor que nele é percepcionado.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Hei-de escrever o teu nome pelas ruas da cidade
Modéstia à parte,
o diáfano modo como te tenho cultuado...
é em si mesmo uma pequena obra de arte.
Diária e diante de tantos olhares,
és plasmada post atrás de post
e, embora seguindo opaca para todos,
permaneces absolutamente cristalina entre nós:
entre os dois, só...
como convém
e como não poderia deixar de ser.
como convém
e como não poderia deixar de ser.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Se vamos falar em compositores românticos...
Chopin, virtuoso pianista e compositor exímio, foi um ultra romântico na música, na política e no amor:
Deu a conhecer ao mundo a música popular polaca através da composição clássica; combateu pla independência do seu país, valendo-lhe o exílio; e também viveu um épico, mas turbulento amor com a baronesa Amandine de Dudevant, mais conhecida pelo seu pseudónimo literário George Sand.
E viria a morrer tuberculoso, como um fatal e trágico herói romântico...
domingo, 13 de janeiro de 2013
sábado, 12 de janeiro de 2013
Espero que sejas uma ciclista de palavra...
foto gamada
+ de 7000 visitas?!?
ahahahahah!!! Espero que sejas uma ciclista de palavra e cumpras o que prometeste quando, há um mês, invadiste-me o sossego com 1 garrafa de alvarinho despejada e outras 2 por despejar...
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Fazes-me com cada pergunta...
Perguntavas-me se "isto" era forma de demonstrar uma paixão... Devolvo-te a pergunta: achas que me deixaste outra alternativa? Desculpa lá se não desisti de ti, mas tu também saberás o que é gostar muito...
bike love...
Cada uma destas belezas custa 2€ (com cola incluída). 10 custarão 20€ e 100 cartazes serão ... ok! isso é um investimento qualquer. Mas se publicasse o teu livro de poemas, teria de investir uns bons 2000€ e chatear 400 amigos pra me comprarem o livro a 5€...
Acredita: por cada 1000 romances sai 1 livro de poesia. Como guarda-livros, tu sabes que eu sei e por isso te dizia: 5000 mil leituras bem valeriam uma lambidela das tuas! Pois (quase) ninguém lê versos, quanto mais dos maus!!
Moral da estória? Nem sei! Sei que há um risco empresarial qualquer a tomar... mas os maluquinhos das biclas já sabem desta estória. Faltam os maluquinhos que nem sabem dela...e que bem precisam de começar a pedalar uma bina qualquer!
Imagina então o que vou fazer a seguir? Pois... é bem fácil a resposta, sobretudo se pensarmos que levo 20 minutos a "escrever-te" um poemas com 1,70 metros de altura por 0,90 metros de largura - tudo plo preço duma jola!
Achas que tenho pedalada?
Eu acho que a viagem está a começar...
Acredita: por cada 1000 romances sai 1 livro de poesia. Como guarda-livros, tu sabes que eu sei e por isso te dizia: 5000 mil leituras bem valeriam uma lambidela das tuas! Pois (quase) ninguém lê versos, quanto mais dos maus!!
Moral da estória? Nem sei! Sei que há um risco empresarial qualquer a tomar... mas os maluquinhos das biclas já sabem desta estória. Faltam os maluquinhos que nem sabem dela...e que bem precisam de começar a pedalar uma bina qualquer!
Imagina então o que vou fazer a seguir? Pois... é bem fácil a resposta, sobretudo se pensarmos que levo 20 minutos a "escrever-te" um poemas com 1,70 metros de altura por 0,90 metros de largura - tudo plo preço duma jola!
Achas que tenho pedalada?
Eu acho que a viagem está a começar...
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
vou hibernar
São 6 da manhã e vou hibernar. Queria ter-te a ti e ao meu coração presos como penhora feita e amuleto erguido, estandarte desfraldado e graal por alcançar. Gostei de ti e gostei duma maneira que não se explica: nem eu percebo sequer! És a minha dama de copas e o horizonte por pedalar, senhora do meu coração e meta por desejar, casmurrice decorrente e... quiçá talvez, a doença mental enfim revelada.
E olha que eu não estou aqui a vender perfumes como aquele gajo da Diana - pois camões morreu na miséria, bocage nem lembro, cesário e nobre tuberculosos, sá carneiro meteu uma bala na cabeça, sardinha não acabou bem, pessoa com um cirrose, botto com sífilis e ary dos santos com um avc... josé gomes ferreira viajou com longos e brancos cabelos e foi porém o único! Mas eu nem sequer escrevo bons versos.
Por vezes fantasiei certos episódios, mas não houve dia que não postasse a mais perene de todas as verdades, declarando-te o meu amor de modo desabrido, voluntário e consciente, sem rede, cenários ou subterfúgios - tal e qual como naquela noite debaixo do candeeiro que nos iluminava sobre o alpendre do teu prédio. Lembras-te? Não sei em que fase estava a Lua, pois só tinha olhos para ti, mas não hei-de esquecer nunca aquele arrepio de frio - e era Verão...
Sei que me lês! Tu és aquela que eu amo e sabes que amores destes podem hibernar, mas não morrem. Nunca. Como poderia ser de outra forma?
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Well here's another clue for you all
I told you about the walrus and me-man
You know that we're as close as can be-man.
Well here's another clue for you all
You know that we're as close as can be-man.
Well here's another clue for you all
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